segunda-feira, 23 de janeiro de 2006

MEU TEMPO

Meu Tempo

De repente: Então é isso que chama 'Tempo'.
Vejo nos vãos dos dedos.
Em alguns fios e cabelo. No pescoço.
Vejo um pouco nos cantos dos olhos. Nas marcas do sorriso.
Sorriso. Sozinho. Vivido.

Então era o Tempo... era o tempo que passava.
Passou.
Restaram gritos e nostalgia.
Gritos mudos, secos, doloridos.
Passou o que era Tempo.
E agora, estou aqui... correndo atrás dele...
como vento.
Vento violento em busca do meu tempo.
que passou.


Samantha Abreu

Ps. > Meu, pra mim

3 comentários:

Anderson Almeida disse...

Olha só Samantha é um bom poema! Ma, um pouco nostálgico demais, talvez pelo fato dessa coisa de tornar a ter, a ver, sabe? Fica meio auto ajuda, não sei se seria essa a palavra que eu deveria usar! Talvez pelo fato de minha imaturidade na critica literária não tenha exposto um sinônimo semanticamente correto.
Contudo é um bom poema, gosto das coisas que escreve!
Beijos...

Anônimo disse...

oh meu bem.. parece até que vc tá triste!

Lembra do que eu te disse:
Se vc ficar triste, to o universo morre....

Vc é uma pessoa tão linda...
inteligente....

Um beijo!

Camilla de Abreu disse...

Nostálgico sim.
mas muito mais bonito do que qualquer sinônimo que tentamos dar.
Lindo!