sábado, 15 de abril de 2006

As cores do México


Amor, vou para o México,
vou dizer ao Manu Chao que também sou clandestina
Brasileira Clandestina.

Quero ver as cores de Khalo
sentir o vento com cheiro
olhar para o mar azul do céu.
Minha pele ficará escura, amor, sob o sol do México.

Quero um cabelo comprido
pra enroscar nos meus braços suados
que a blusa florida não pode esconder.
Lá no México, amor,
as flores são vermelhas e o vermelho, lá, é sangue
o verde, é folha.

É pra lá que eu vou.
Vou dar à vida, as cores do México.
Vida Colorida,
e ainda Clandestina.



Samantha

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