sexta-feira, 23 de junho de 2006

Convivência


Convivência


Odeio seu barulho de manhã
Me irrita essa mania de beijo
Espirro com seu cheiro marcante
Não quero em mim sua mão forte
Tenho raiva da presença constante


Detesto seus carinhos na cama
Ajeito suas marcas no lençol
me enlouquece sua risada acesa
enjôo com seu gosto de amor
sinto inveja da sua franqueza


te quero sempre tão longe
tanto, que até fiz feitiço
mas, está tudo tão dentro de mim
que não sei como esquecer tudo isso.



Samantha Abreu

Um comentário:

Ricardo Dalai disse...

Poesia sem sofrimento tende a virar letra de musica de pagode...

Lembra q o Marcelino disse que poesia sem Dor não vem... Assim sou...

MAS NAO REJEITO O CHOCOLATE...rsrsr

bjos e te cuida...
vamos hj naquele bar mexicano na santos dummont...????
vamos
vamos
vamos