segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007

Amyr Klink

É empolgante a maneira como Amyr Klink conta sua motivação de ‘se lançar’ ao mar da forma como fez. Ele diz que “não fosse alguns livros, eu estaria com cracas nas canelas de tanto andar à beira-mar. Não teria ido a lugar nenhum.”
Ele diz que foi muito influenciado pelo o que lia. Fossem narrativas, poemas ou relatos de navegantes, todos os mantinham ligado emocionalmente com as historias, e os livros foram o levando pelo caminho.
Navegou mais de 400 mil quilômetros e conheceu os dois pólos do globo. O mais recente dos seus livros – Linha d’Água – conta como ele descobriu o mar e fala sobre a construção de seu veleiro.
Amyr tem mais de três mil títulos literários em sua biblioteca, e chegava a levar 150 livros nas viagens.

(tá na Bravo! de fevereiro)

Um comentário:

Leo Bueno disse...

Por mim, o livro que mais estimula alguma coisa é o "Aventura em Terra e Mar", de um cara aqui da minha cidade chamado André Zinzly. Ele velejou, andou de bike e caminhou por várias terras, do Canadá ao Caminho de Santiago, e cruzou com índios e algumas visões positivas pacas. Foi num tom mais confessional e menos 'empombado' do que o Klink...

... e lembrou mais Kerouac do que outra coisa - tirando os contatos com os artistas e friques em geral!

Beijo!