domingo, 17 de junho de 2007

Noturno

Não sei por que, sorri de repente
E um gosto de estrela me veio na boca...
Eu penso em ti, em Deus, nas voltas inumeráveis que fazem os caminhos...
Em Deus, em ti, de novo...
Tua ternura tão simples...
Eu queria, não sei por que, sair correndo descalço pela noite imensa
E o vento da madrugada me encontraria morto junto de um arroio,
Com os cabelos e a fronte mergulhados na água límpida...
Mergulhados na água límpida, cantante e fresca de um arroio!


Mário Quintana,
que tem me feito encantada nos últimos dias
e o poema, deixo aqui pra alguém que tem me feito o mesmo

3 comentários:

ju disse...

:)

Diogo Lyra disse...

Dá pra ouvir ao fundo "As Quatro Estações" de Vivaldi...

Linda Graal disse...

que coisa!!!!!!!!!!!!!!!
é........tudo lindo!!