quarta-feira, 12 de março de 2008

Foto Conto # 7

RENDia-lhe afeto cada realização de desejo de outrem, que não o seu.
Ah, tantos são os tipos de dores... Adélia disse uma vez: 'tristeza não é amargura'.
Era o peso do mundo nas costas... mas as rendas não esgarçam, e aquelas guerras ela fazia RENDidas.
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Samantha Abreu
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19 comentários:

Alex Sens disse...

As rendas são pra sempre, quase um livro que não se esquece.

Jana disse...

Tristeza não é armagura... Minha mãe precisava ler isso rsrs

Beijos

disse...

O conto ficou perfeito com a foto. Do caralho (apesar se eu ser boca suja, isso é um elogio).

beijo

Clóvis disse...

Você e suas metáforas tão bem construídas.
Muito bom.


Beijos, moça.

Cin disse...

A imagem realmente te inspirou. Ficou lindo!
Bjinhos!

Marcelo Mendonça disse...

tudo a ver

Salve Jorge disse...

Percorreu cada desenho como se fosse a cicatriz de uma verdade. Leria-lhe as vicissitudes pelo suspirar de cada volteio. Estava cego, pois seus olhos outra coisa não queriam do que mapear os descaminhos dessa familiar desconhecida.

Calebe disse...

E não sei por que, mas o seu conto me lembrou o trecho de uma música:

"O presente não devolve o troco do passado
Sofrimento não é amargura
Tristeza não é pecado
Lugar de ser feliz não é supermercado"

Calebe disse...

O negócio da renda é muito bonito... - tô usando até reticências.

Beijo,

Calebe

Bianca Feijó disse...

Tristeza não tem fim, felicidade sim...

Beijão Sa!

4rthur disse...

o texto tá lindo, mas a foto... imbatível!

Grazielle disse...

Sah... lindo mais uma vez... Gostei da frase de Adélia "tristeza não é amargura"... tem a ver com meu post de hj...

bjus

Menina Lunar disse...

bendita seja a força dessa mulher rendeira!

lindo.

beijooo

D'angelo disse...

Sem nunca realizar seus próprios desejos tadinha...tão rendida na sua tristeza, ai que amargura!!!!!!!!!!!!!!!!!

Sérgio Luyz Rocha disse...

...de vez, rendo-me...
(quase) perfeito (que perfeição demais enjoa...)

Lunna Montez'zinny disse...

E fico aqui lendo suas palavras... Há pouco estava escrevendo sobre as poeatas de ontem, hoje e amanhã. Um texto para o depois e me surpreendo entre minhas margens a pensar em sua escrita feminina, com força e intensidade. Atinge a alma com singularidade. Bravo cara mia...

Jota disse...

O mais bravo dos soldados não pode impedir a morte que vem de dentro.

Guerrear é só mais uma forma de se prostituir.

paulo. disse...

a dor tem diversas caras:
são as dores de um adeus
de uma saudade
de um telefonema
de um parto
são como dor do dia, e dores da noite
madrugada q nunca termina
ou do silêncio q alucina
sei lá
são tantas dores
hoje, pra mim são da minha coluna...

Oliver Pickwick disse...

Tratado geral do amor e das rendas.
Beijos!