sábado, 22 de agosto de 2009

Sal nos Olhos

A chuva lá fora,
mas molhado está aqui,
inundando a casa que é vida
e os olhos que ardem
nessa água de mar.
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Desaguar salga feridas.

Desaguar...
Uma única palavra,
pra tantos litros de mágoas.


Samantha Abreu
foto de Mariah Jelena Kordzadze

Ai, que bom...

Enfim, percebo que há mais vantagem no hedonismo do que se pensa.
E rir incontrolavelmente. E beber, e beijar, e ter os meus por perto, e uma casa com quintal.
Amigos, venham pra cá hoje de novo que o samba tá na vitrola.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Que Menina Feia! Ai, Ai, Ai!

Rá! Essa é ótima!
Como se não bastasse meus textos serem cheios de defeitos, agora são 'copiados' daqui, se é que você me entende...
Isso é bom ou é ruim, afinal, gente?
Pois é. A Izabel Mendonça, de Vitória - ES (aqui!), copia textos de vários blogues aí pela internet e posta como se fossem seus. Que feio, Iza!
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Veja só alguns exemplos:
Meu texto 'A Fome do Mundo' está aqui ó:
Meu texto 'Da arte feminina de (não) ser' está aqui ó:
Meu texto 'As Sete Belezas da Noite' está aqui ó:
Meu texto 'Armadura Moderna' está aqui ó:
Minha poesia 'Estado Indeterminado' está aqui ó:
E até meus desabafos bobos, que nem são textos, ela copiou! (ahahahahaa), entre outros.
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E é claro que no blogue dela não se tem a opção de comentar os textos! Que surpresa!
O único contato que achei foi um endereço de msn. E adicionei, embora esteja certa de que ela não me aceitará, né Iza?
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Então fica meu recado: Izabel Mendonça, querida, assim que vier copiar outro texto, sinta-se à vontade.
Mas saiba, meu bem:
1. Isso é muito feio! Nunca te disseram, não?
2. Dá uma impressão ruim a seu respeito... você parecer ser burrinha, saca?
3. Não é errado creditar tudo o que se copia. Você é jornalista, não é? Devia saber disso, querida.
4. E mais: meus textos não são tão bons assim que mereçam ser copiados.
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Ai, ai, ai... menina feia!

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Universo Particular

foto de SnjezanaJosipovic

Existe um universo particular ainda desconhecido.
Pode-se saber algumas cores e dores, sem esperar com isso qualquer tipo de segurança que garanta autodomínio. A ribanceira depois da curva é sempre inesperada.
Desse mundo, até agora não se sabe se redondo, se planície ou pra que lado se deve ir. A única certeza é de que no limite da razão, ainda somos perdoáveis. Mas a um passo depois da linha, não.


Samantha Abreu

o mal mora em mim:

Nesse fim de semana, vi o 'Nossa vida não cabe num opala', de Reinaldo Pinheiro e baseado na peça de Mario Bortolotto. Confesso que vi tardiamente. Já esperava que fosse bom, se tratando de um texto/idéia da cabeça do Mario, mas, pô, o filme é ótimo. E a história é um chute no lugar onde mais te dói.
E eu não posso esquecer de falar da trilha sonora. A maioria é de músicas do Mario com sua banda Tempo Instável. Bluezzzzz!
Nesse momento, urgentemente, vale a pena ver a abertura do filme e a música que vale por mil poemas: AQUI!